Recentes duas obras de minha autoria, em formato PDF.
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O PDF compreende duas obras de nome:
I. Venenum Vini
II. Grutesco Trauma Onírico
Espero que gostem e comentem!
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Compendium Tenebrarum - Poisone Wein (ALBUM e LIVRO)
Finalmente terminei de compor um Álbum decente para o meu Poisone Wein, e digo decente, pois da última vez que eu o fiz não ficou com a qualidade que eu gostaria que ficasse. Neste arquivo em .rar você encontrará o meu Álbum para Download e meu livro com meus escritos revisados, palavra por palavra (Tudo o que esta aqui no Blog).
O Álbum esta hospedado no 4shared,
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Muito obrigado!
Ericson Willians
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Poesia - Tolo!
Tolo!
Misteriosas são as tristes melodias,
Que reverberam em mim todos os dias,
Num celestial valsar de vis valsas,
Repetindo-se com mil verdades falsas.
Pois bem, contai-me de uma vez, Ser Pensante:
Quem o Abismo visita e retorna triunfante?
Se do Nada o Todo tem a origem atuante,
Doravante, o Abismo será sempre comandante?
Tolo!
Misteriosas são as tristes melodias,
Que reverberam em ti todos os dias,
Num celestial valsar de vis valsas,
Repetindo-se com infinidades falsas.
Pois bem, pensai de uma vez, Ser Falante:
Quem o Abismo visita e retorna comandante?
Se do Todo o Nada tem a origem atuante,
Doravante, a Luz será sempre triunfante?
Tolo!
Tristonha é a cavernosa melodia,
Que valsa em nós com vil estadia,
Num celestial valsar de vis valsas,
Repetindo-se com eternidades falsas.
Pois bem, crucificai de uma vez, Ser Possante:
Quem os Céus visita e retorna radiante?
Se das Trevas a Luz nasce, forte e brilhante,
Doravante, a minha Vontade será sempre triunfante?
Tolo!
Erich William von Tellerstein.
Misteriosas são as tristes melodias,
Que reverberam em mim todos os dias,
Num celestial valsar de vis valsas,
Repetindo-se com mil verdades falsas.
Pois bem, contai-me de uma vez, Ser Pensante:
Quem o Abismo visita e retorna triunfante?
Se do Nada o Todo tem a origem atuante,
Doravante, o Abismo será sempre comandante?
Tolo!
Misteriosas são as tristes melodias,
Que reverberam em ti todos os dias,
Num celestial valsar de vis valsas,
Repetindo-se com infinidades falsas.
Pois bem, pensai de uma vez, Ser Falante:
Quem o Abismo visita e retorna comandante?
Se do Todo o Nada tem a origem atuante,
Doravante, a Luz será sempre triunfante?
Tolo!
Tristonha é a cavernosa melodia,
Que valsa em nós com vil estadia,
Num celestial valsar de vis valsas,
Repetindo-se com eternidades falsas.
Pois bem, crucificai de uma vez, Ser Possante:
Quem os Céus visita e retorna radiante?
Se das Trevas a Luz nasce, forte e brilhante,
Doravante, a minha Vontade será sempre triunfante?
Tolo!
Erich William von Tellerstein.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Poesia - Vampírica Eternidade
Estamos em vampírica união no plano astral,
Encontramo-nos muito além do bem e do mal.
No sangue e no vinho exercemos fascínio,
Temos o que os mortais não possuem domínio.
Do amor sentimos a indizível cósmica essência,
Manifestada outrora em soturna magnificência.
Vivemos a morte em vida e a vida na morte,
Na luz ou nas trevas criamos nossa sorte.
Com o queimar de velas amplificamos a união,
Que cresce como o vasto Universo em expansão.
Ao som de taciturnas freqüências lunares,
Que influenciam nosso amor como a lua os mares.
Inefável e abissal luxúria consome a nós,
Que pelos séculos desatamos todos os nós.
A fim de unirmo-nos novamente em vil chama,
Que para a eternidade o fim dos fins clama.
Com o fogo da Vontade completamos o ritual,
Auroral, noturnal, espectral e abismal.
Com a lunar emoção completamos o ritual,
Às estrelas vamos, muito além do bem e do mal.
Erich William von Tellerstein.
domingo, 20 de novembro de 2011
Poesia - Oh contemplai!
Oh! Contemplai! Contemplai!
É a chama dos montes infernais!
Que assombra todas as mais letais!
As sombrias figuras espectrais!
Das noturnas orgias cerimoniais!
Das fendas que urram orquestrais!
Ah! Escutai! Escutai! Escutai!
É o queimar da chama dos umbrais!
Causa assombro em males magistrais!
Lá do alto! Do alto! Dos fatais!
Dos carnais montes esculturais!
De crânios e ossos estruturais!
Que vêm lá de baixo, dos umbrais!
Não contemplai! Não! Não olhai!
É a chama dos montes infernais!
Que assola as covas sacrificiais!
Que manifesta maldições celestiais!
Que abre do indizível portais!
Que destrói pedras filosofais!
Lamentai! Chorai! Chorai! Chorai!
São humanos após seus funerais.
Erich William von Tellerstein.
É a chama dos montes infernais!
Que assombra todas as mais letais!
As sombrias figuras espectrais!
Das noturnas orgias cerimoniais!
Das fendas que urram orquestrais!
Ah! Escutai! Escutai! Escutai!
É o queimar da chama dos umbrais!
Causa assombro em males magistrais!
Lá do alto! Do alto! Dos fatais!
Dos carnais montes esculturais!
De crânios e ossos estruturais!
Que vêm lá de baixo, dos umbrais!
Não contemplai! Não! Não olhai!
É a chama dos montes infernais!
Que assola as covas sacrificiais!
Que manifesta maldições celestiais!
Que abre do indizível portais!
Que destrói pedras filosofais!
Lamentai! Chorai! Chorai! Chorai!
São humanos após seus funerais.
Erich William von Tellerstein.
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